Matricular em robótica é um contrato de um ano, e quase nenhuma escola mostra o que acontece dentro dele. Este texto abre o ano letivo da The Future School em São José do Rio Preto por etapa, para a família saber o que esperar e quando cobrar.
O ritmo é de uma aula por semana, de 1h30, com kit individual e até 10 alunos por professor. O conteúdo muda conforme a faixa etária, mas a estrutura do ano é a mesma para todo mundo.
| Período | O que o aluno faz | O que a família percebe |
|---|---|---|
| Mês 1 e 2 | Primeiros projetos completos em uma aula, montagem e lógica de sequência | A criança volta contando o que construiu, não o que assistiu |
| Mês 3 e 4 | Entra a programação da própria criação e o erro vira etapa de trabalho | Menos desistência diante de tarefa difícil na escola regular |
| Mês 5 e 6 | Projeto com mais de uma aula de duração, planejamento antes de montar | Aparece organização: ela passa a planejar antes de começar |
| Mês 7 e 8 | Inteligência artificial aplicada ao projeto do aluno | A criança começa a questionar a resposta pronta em vez de aceitar |
| Mês 9 e 10 | Projeto autoral, com problema escolhido por ela mesma | Autonomia: menos pergunta de como faz, mais decisão própria |
| Mês 11 e 12 | Fechamento, apresentação e defesa do que construiu | Repertório para falar em público sobre o próprio trabalho |

O que muda entre os 5 e os 15 anos
A estrutura do ano é a mesma, o material é que sobe de nível. Aos 5 e 6 anos o ano inteiro roda em lógica, eletrônica básica e robótica estrutural. Dos 7 aos 10 o aluno passa a escrever código em linguagem Lua. A partir dos 11 entram as plataformas profissionais de mercado, e dos 14 em diante Python, outras linguagens e a defesa do projeto diante de banca.
Quando o resultado aparece em casa
O primeiro sinal costuma vir entre o terceiro e o quarto mês, e não é técnico: é a criança insistindo em uma tarefa que antes ela abandonaria. Isso acontece porque na aula errar tem consequência prática e reversível, aí o erro deixa de ser vergonha e vira informação.
O segundo sinal aparece por volta do nono mês, quando ela escolhe sozinha o problema que quer resolver. É o ponto em que a atividade deixa de ser curso e vira interesse próprio.
O que a família precisa fazer
Três coisas, e nenhuma delas é ajudar com o conteúdo. Manter a frequência, porque uma aula por semana não sobrevive a faltas seguidas. Perguntar o que ele construiu, não se ele foi bem. E não comprar o kit em casa antes de o interesse se firmar, já que o material da escola já cobre o ano inteiro.
Quer ver como é a primeira aula desse ano? Fale com a equipe de São José do Rio Preto no WhatsApp (17) 99185-3457 ou veja tudo na página da unidade.
Sobre a escola
A The Future School 4.0 é uma escola de tecnologia para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, com sede em São José do Rio Preto desde 2018, na Rua Generosa Bastos, 3518, na Vila Redentora. A trilha cobre games, robótica, aplicativos e inteligência artificial, com kit individual por aluno, turmas de até 10 alunos por professor e aula de 1h30.
Mais de 4.500 alunos já passaram pelo método. Em 2026, alunos da escola conquistaram o Destaque App na Olimpíada Brasileira de Tecnologia com o FinLenz e medalha de bronze com o Rio Preto Rios, a escola ficou em 1º lugar na Semana da Escola Avançada de Tecnologia, o que garantiu uma imersão em Boston em 2027, e levou o método ao palco do Shark Tank Brasil. A rede tem unidades em quatro estados.
Conheça a unidade de São José do Rio Preto: endereço, mapa, horários e como agendar a Oficina 4.0.
Perguntas frequentes
Quantas aulas por semana?
Uma aula semanal de 1h30, com kit individual por aluno e turmas de até 10 alunos por professor.
Preciso comprar material ou kit?
Não. O kit é individual e fica na escola, disponível para o aluno em toda aula.
Em quanto tempo vejo resultado?
O primeiro sinal costuma aparecer entre o terceiro e o quarto mês, na forma de mais persistência diante de tarefas difíceis. O projeto autoral aparece por volta do nono mês.
E se meu filho entrar no meio do ano?
Dá para entrar, porque o conteúdo é organizado em projetos com começo e fim, e o ponto de entrada é ajustado no diagnóstico da Oficina 4.0.
A criança leva o projeto para casa?
Alguns projetos vão para casa, outros ficam na bancada da unidade para evoluir nas aulas seguintes.
Leia também: quanto custa uma escola de robótica em São José do Rio Preto e a partir de que idade a criança pode começar.
João Aleixo
Fundador e CEO da The Future School 4.0, escola de tecnologia para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Levou a rede ao Shark Tank Brasil e conduz a expansão nacional da marca.
Design de Games pela Anhembi Morumbi, MBA em Gestão pela PUCRS, especialização em Psicologia do Desenvolvimento pela PUCRS, Neurociências pela FAAP e Design Thinking pela Echos.
