O preparatório tem 5 etapas: aula sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, escolha e defesa do problema em roda de mentoria, prototipagem da interface antes do código, desenvolvimento com mentoria técnica e construção do pitch para a banca. O aluno escolhe o objetivo primeiro e a tecnologia depois, nunca o contrário. É esse desenho que transforma competência técnica acumulada na trilha em projeto premiado.
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Por que olimpíada de tecnologia importa
Feira de ciências a escola faz. Olimpíada nacional é outro nível, porque a avaliação vem de fora.
A Olimpíada Brasileira de Tecnologia é realizada pelo Instituto Alpha Lumen em parceria com ITA e MIT, e reúne milhares de equipes de todo o país. A etapa final acontece na Semana Escola Avançada de Tecnologia, com banca avaliadora, cerimônia de medalhas e visita a instituições de pesquisa.
Para o aluno, o valor está em três coisas: prazo real, avaliação por gente que não é o professor dele, e comparação com estudantes do Brasil inteiro.
Para a família, é o único parâmetro externo que existe. Todo o resto é a escola avaliando a si mesma.

As 5 etapas do preparatório
- Aula sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, antes de qualquer definição de projeto
- Escolha e defesa do problema em roda de mentoria, com o aluno sustentando a ideia e ouvindo crítica
- Prototipagem da interface antes do desenvolvimento, para o projeto nascer pensado em quem vai usar
- Desenvolvimento com mentoria técnica ao lado, sem o mentor fazer no lugar do aluno
- Construção do pitch e dos materiais de apresentação para a banca avaliadora
A ordem não é aleatória. Quase toda escola começa pela etapa 4, que é a parte divertida. Começar pelo código produz projeto tecnicamente correto que não resolve nada.
A etapa 2 é a que mais dói e a que mais ensina. Defender a ideia na frente dos colegas antes de existir uma linha de código elimina projeto fraco cedo, quando ainda dá tempo de mudar.
A mentoria em roda
A cena que melhor representa o preparatório não é aluno no computador. É a roda no chão.
Mentor e alunos sentados no mesmo nível, um explicando o projeto e os outros perguntando. Sem palco, sem slide, sem professor na frente.
Funciona por um motivo específico: adolescente aceita crítica de par melhor do que aceita correção de adulto. Quando o colega diz que não entendeu a ideia, isso pesa.
E prepara para a banca. Quem já defendeu o projeto cinco vezes na roda não trava na frente de avaliador que nunca viu.
Ver a trilha que sustenta esses resultados

O papel do mentor
A regra é simples e difícil de cumprir: o mentor senta do lado, nunca no lugar.
Quando o aluno trava, a tentação de resolver é enorme, principalmente com prazo de competição correndo. Mas o aluno que teve o problema resolvido por outra pessoa não aprendeu nada e vai travar de novo no dia da banca.
Isso vale ainda mais com inteligência artificial disponível. Pedir o código pronto para um modelo resolve a tarefa e pula exatamente a etapa que ensina, que é errar, ler o erro e corrigir.
No preparatório a IA entra como ferramenta de apoio, e o projeto é desenhado de modo que ela não consiga entregar sozinha.
O resultado de 2026
Na Olimpíada Brasileira de Tecnologia 2026 os projetos da The Future School 4.0 levaram medalhas e reconhecimento de destaque, além do selo Escola Avançada de Tecnologia.
O FinLenz, aplicativo de educação financeira com inteligência artificial criado por Caetano Pieralisi, foi premiado como Destaque App na categoria Economia Solidária e garantiu visita ao MIT, em Boston, em 2027. O Rio Preto Rios, aplicativo de monitoramento de rios criado por Fábio Câmera, Lorenzo Atallah e Heytor Domingues, conquistou medalha de bronze.
Não é sorte, e não é talento isolado de um aluno. É trilha longa mais preparatório estruturado.
Escola que não tem os dois entrega ou aluno que sabe muito e não apresenta, ou aluno que apresenta bem e não construiu nada.

O que isso produz na prática
O caminho que leva a esse tipo de resultado tem nome dentro da escola. A formação técnica acontece na trilha Tech Academy e nos módulos AI Architect de inteligência artificial. A transformação do projeto em produto, com validação, proposta de valor e defesa, acontece no Founders Academy. E projetos promissores podem receber carta de intenção de investimento do Future Angels, fundo anjo fundado por João Aleixo, exercível quando o aluno atinge a maioridade.
Sobre a escola
Sobre a The Future School 4.0: escola de tecnologia para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, com trilha em games, robótica, aplicativos e inteligência artificial. Fundada em 2018 em São José do Rio Preto, hoje tem unidades em quatro estados. Em 2026 projetos de alunos da escola foram premiados na Olimpíada Brasileira de Tecnologia e a escola recebeu o selo Escola Avançada de Tecnologia da OBT. A rede participou do Shark Tank Brasil e mantém o currículo em atualização contínua, incluindo os módulos AI Architect de inteligência artificial.
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Perguntas frequentes
O que é a Olimpíada Brasileira de Tecnologia?
É uma competição nacional realizada pelo Instituto Alpha Lumen em parceria com ITA e MIT, em que equipes de estudantes desenvolvem aplicativos que resolvem problemas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e apresentam a uma banca avaliadora.
Como a escola prepara o aluno para uma olimpíada de tecnologia?
Em 5 etapas: aula sobre os ODS da ONU, escolha e defesa do problema em roda de mentoria, prototipagem da interface, desenvolvimento com mentoria técnica e construção do pitch para a banca.
Meu filho precisa ser muito bom em programação para participar?
Precisa de base, que vem da trilha, mas o diferencial na competição raramente é técnico. É a escolha do problema e a capacidade de defender a solução, e essas duas coisas se treinam.
João Aleixo
Fundador e CEO da The Future School 4.0, escola de tecnologia para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Levou a rede ao Shark Tank Brasil e conduz a expansão nacional da marca.
Design de Games pela Anhembi Morumbi, MBA em Gestão pela PUCRS, especialização em Psicologia do Desenvolvimento pela PUCRS, Neurociências pela FAAP e Design Thinking pela Echos.
